Dicas & Destinos

Destino Corumbá – Capital do Pantanal

Desejo de viagem de muitas pessoas que amam estar em contato direto com a natureza, o Pantanal Sul Mato-Grossense é um destino que conquista cada dia mais viajantes em busca de um pouco de tranquilidade e refúgio.

O Pantanal é considerado a maior planície de inundação do planeta, e engloba o sudoeste do Mato Grosso, o oeste do Mato Grosso do Sul, e parte do Paraguai e Bolívia.

Estive na acolhedora cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, a convite do Ministério do Turismo, para conhecer um pouco melhor a região do Pantanal sul-mato-grossense e confesso que adoraria esticar a minha estadia, tamanha foi a alegria e encantamento por essa cidade que possui características únicas.

Totalmente democrático, esse é um destino que consegue chamar a atenção de diferentes perfis de turistas, uma vez que em uma mesma viagem é possível se embrenhar nos alagados e curtir o melhor estilo aventureiro (que eu adorei), descansar nos hotéis-fazenda espalhados pela região ou até mesmo em um hotel-barco para curtir um visual ainda mais especial e um pôr do sol único.

Corumbá é uma cidade pequena, com cerca de 110 mil habitantes que parecem sair de um cenário de novela, daqueles que você se encanta só de olhar. A cidade, que é a maior pantaneira, faz fronteira com a Bolívia e é a porta de entrada para o trajeto que atravessa a famosa Estrada Parque Pantanal. A pesca esportiva, os cruzeiros fluviais e o ecoturismo pelo Pantanal são as maiores referências de turismo na região, além de ser também muito conhecida por seu festejo junino, o Arraial do Banho de São João.


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O nome Corumbá vem de origem indígena da língua tupi-guarani. Significa “lugar distante”. A cidade surgiu em torno do Forte Coimbra, edificado pelos portugueses, para garantir sua influência sobre o Rio Paraguai.

No final do século passado Corumbá foi importante porto comercial onde chegavam navios, de diversos países, para comércio de mercadorias. Hoje ainda conserva prédios e casarios de influência européia, guardando histórias e tradições.

Se você for como eu e adora fazer passeios culturais, Corumbá tem atrações que devem fazer parte do seu roteiro. A cidade possui belíssimos casarios coloniais na área próxima ao porto. É lá que fica o Museu de História do Pantanal, onde você vai poder conhecer melhor a história da região através de fotos, maquetes, painéis e recursos audiovisuais.

O que fazer

Safári pela Estrada Parque Pantanal

Uma boa forma de começar a desbravar o Pantanal é pela Estrada Parque Pantanal em um passeio para lá de especial. Ao longo dela encontram-se mais de setenta pontes – eu contei setenta e duas – que servem para auxiliar o escoamento dos rios na época de cheia. Ok, nem todas são pontes como muitos estão acostumados, grande parte é bem pequena e estreita, mas não deixa de ser uma ponte. Esta foi a primeira estrada a ligar Corumbá a outras cidades brasileiras, como Campo Grande, por exemplo. Para percorrer a estrada, eu aconselho que contrate um tour com guia. Dirigir por ela não chega a ser complicado, especialmente se você estiver em um 4×4, mas o passeio fica bem mais interessante se você tiver a companhia de quem sabe os nomes dos animais e tem o olhar treinado para encontrar aqueles mais escondidos. E sim, o trajeto pela Estrada Parque é uma espécie de safári fotográfico, então, capricha na máquina e no zoom.

Os jacarés-do-pantanal, são extremamente exibidos e é fácil encontrar alguns esparramados pelos barrancos sob as pontes ao longo do caminho. Você também irá encontrar muito tuiuiú, capivaras, garças-reais e araras-azuis pela estrada. Os guias locais dizem que de vez em quando, e com uma dose extra de sorte, é possível avistar a onça pintada e a sucuri. Infelizmente não foi desta vez que vi de pertinho esses belos exemplares da nossa fauna. Acho que é um motivo justa pra voltar logo.

Cavalgada

Sim, sou aventureira (ao menos acho que sou) e adoro me embrenhar no mato. No Pantanal não poderia ser diferente e minha experiência aventureira se completou na Fazenda São João. Lá, tive a oportunidade de fazer uma cavalgada pelo Pantanal e observar de perto e de forma mais livre a natureza. Aí você deve estar se perguntando onde está a aventura… Bem, no período que estive lá, em junho, ainda tive a sorte de encontrar a região na cheia, ou seja, cavalguei no alagado. “Senhores, que sensação incrível!” É difícil descrever pela intensidade da experiência. Em determinados momentos, passávamos tão próximo de jacarés que era inevitável me perguntar o que eu estava fazendo ali. Claro que eu estava adorando e certa de que queria estar lá, mas sempre que o guia falava pra gente olhar pra algum jacaré, tinha um que estava a menos de três metros de meu pé, batia aquele medinho. Viu a aventura?

Esse passeio dura em média duas horas passando pelo meio do mato e por áreas inundadas. Vez ou outra me deparava com uma vaquinha aqui, outra acolá, só pastando de boa, vendo o pessoal passar. Se você está pensando que esta cavalgada é cheia de adrenalina e vento no rosto, está enganado. Essa adrenalina só aparece mesmo quando você avista os jacarés, fora isso, a vibe é outra, os cavalos vão tão devagarinho, são tão bonzinhos, que você até se esquece do tempo. Meu cavalo era tão manso e obediente, que em boa parte do passeio eu ficava abraçada nele, mas não façam isso, ok. Não pode. Eles são muito bem treinados e conhecem o caminho como ninguém, de vez em quando eles até curtem dar uma corridinha pra provocar o coleguinha do lado e dar uma sacudida na calmaria que toma conta do momento, mas isso é facilmente controlado pelas rédeas, que você aprende a utilizar antes do passeio começar, fique tranquilo.

Passeio de barco pelo Pantanal

Esse é um dos passeios imperdíveis que você pre-ci-sa fazer. Se você não for um adepto de cavalgadas, esta é uma excelente oportunidade de apreciar de perto a fauna e flora da região sem fazer o mínimo esforço. Esses passeios podem durar de uma a três horas em média e se diferenciam bastante entre as embarcações. Nos barcos de porte mediano, além do acompanhamento de um guia especializado, você pode contratar o pacote com almoço. Mas saiba que existem também opções em embarcações menores que conseguem entrar em áreas alagadas mais delicadas, onde grandes embarcações não conseguem acessar. Meu passeio foi realizado com a Luceli, uma guia superexperiente da Zé Leôncio Viagens & Turismo. Com sua destreza e pelo barco ser pequeno, pudemos avistar muitos animais que se escondiam na vegetação. E para coroar o passeio, pude contemplar um pôr do sol daqueles de tirar o fôlego. Está entre os mais lindos que vi, com toda certeza.

Porto Geral

É deste ponto que você vai ter a melhor vista do Rio Paraguai. É daqui também que saem os passeios pelo Pantanal.

A região tem um belíssimo casario colonial que certamente vai te encantar com construções que traduzem em sua arquitetura muito do passado do comércio corumbaense, no período em que a cidade tinha o terceiro maior porto fluvial da América Latina, hoje abrigam estabelecimentos comerciais. Em 1992 foi tombado como Patrimônio Histórico Nacional.

É um belo lugar para tirar fotos incríveis. Aqui também fica um dos museus mais bacanas da cidade: o Muhpan.

Muhpan – Museu história do Pantanal

O Muhpan possui um rico acervo sobre a região pantaneira e resgata fatos importantes da história das primeiras ocupações humanas até a chegada dos imigrantes no século 20.

Ele está instalado em um antigo armazém de três andares construído em 1876. É um ótimo lugar para se conhecer antes de fazer os passeios pela região. Aqui você vai encontrar dados sobre sua ocupação e desenvolvimento desde os índios ao Trem do Pantanal, também vai conhecer algumas características do Pantanal e de seus animais nativos.

♦ Rua Manoel Cavassa, no Porto Geral.
O museu funciona de terça a sábado das 13h às 18h e tem entrada gratuita.

Estação Natureza do Pantanal – Fundação O Boticário

Aqui você vai encontrar uma exposição grandiosa sobre a fauna e a flora brasileira, especialmente a do Pantanal. Um casarão antigo de 1908 bem preservado, que faz parte do casario histórico tombado do Porto Geral de Corumbá, abriga o espaço que possui painéis lúdicos e interativos sobre a formação geológica dos biomas brasileiros e da composição de diferentes ecossistemas.

♦ Ladeira José Bonifácio, 138
O museu funciona de segunda a sexta, das 9h às 11h20 e das 14h às 17h20 e a entrada custa R$3,00 para turistas; estudante paga meia entrada.

Casa de Memória Dr. Gabi

Com estilo arquitetônico neocolonial com traços do ecletismo, datado de 1940, a casa conta a história do Dr. Gabriel Vandoni de Barros, personalidade corumbaense que se enveredou por vários campos de atuação: foi advogado, jornalista, escritor, político, pecuarista, benfeitor da cultura pantaneira e da educação das crianças.

Apaixonado por artes e letras, Dr. Gabi se envolveu fortemente com Corumbá, especialmente na área da educação. Sua bela casa ficou fechada por muitos anos sendo reaberta recentemente. Muito ainda está por se organizar internamente, assim como algumas restaurações. A arquitetura da casa é realmente um primor, os detalhes dos ladrilhos no piso, o mobiliário da casa, itens de decoração e utilitários merecem total destaque.

♦ Rua XV de novembro, esq. Rua Cuiabá
A casa de Dr. Gabi funciona de segunda a sexta, das 08h às 13h. (horários alternativos deverão ser agendados na Fundação da Cultura e Patrimônio Histórico).

Forte Junqueira

O Forte Junqueira, que fica na margem direita do rio Paraguai, ainda possui intactos os doze canhões instalados para fazer a defesa da região. A estrutura é uma das cinco fortificações erguidas após o conflito por que os militares consideravam a região desprotegida e suscetível a novas invasões.

Foi construído logo após a Guerra do Paraguai (1871) em uma área privilegiada, de onde se avista o Rio Paraguai e a paisagem pantaneira. Os doze canhões de 75 mm pertencentes ao forte foram fabricados pela indústria inglesa Fried Krupp, por volta de 1872, e nunca foram usados. As paredes do forte são de calcário e têm três metros de espessura.

♦ Rua Cáceres, 425 – Centro
O Forte Junqueira está aberto para visitação de segunda a domingo das 08h às 11h e 14h às 16h (segunda a sexta); 09h às 11h e 14h às 16h (sábado, domingo e feriado). A visitação será acompanhada por um oficial destacado.

Cristo Rei do Pantanal

O Cristo Rei do Pantanal é um monumento peculiar criado pelas mãos da querida artista plástica Izulina Xavier. Ele fica no topo do Morro do Cruzeiro, na parte mais alta da cidade. Do alto conseguimos avistar e contemplar paisagens incríveis. Ainda na subida, antes de chegar ao Cristo Rei encontram-se esculturas que representam as 14 estações da Paixão de Cristo. Infelizmente, algumas estão quebradas, mas mesmo assim, vale ser apreciado pelo belo trabalho realizado no conjunto da obra.

O local fica aberto diariamente das 7h às 19h e a entrada é gratuita.

Art Izu Casa de Escultura

Após visitar o Cristo Rei, você precisa conhecer a casa da artista Izulina Xavier, sua criadora. Aberta ao público, a casa se tornou um espaço de visitação, onde é possível apreciar todos os tipos de obras da artista, confeccionado em pó de pedra e concreto, cerâmica e detalhes em madeira. Católica devota, a artesã se destacou pela produção de imagens de santos, sobressaindo o Cristo Rei do Pantanal, e a imagem de São Francisco de Assis do Pantanal, localizada na Praça Salim Chamma, na saída para a cidade de Ladário.

♦ Rua Cuiabá, 558- Centro
Funciona diariamente e tem entrada gratuita  |  Agende sua visita pelo telefone (67) 3231-2040

Praça da República

Palco da batalha final da retomada da cidade contra tropas paraguaias em 1867, funcionou também como uma freguesia antes de ser construída, em 1924. Nela você vai encontrar um obelisco feito em mármore em homenagem aos heróis da Guerra do Paraguai. A cidade de Corumbá foi inicialmente edificada nesse local. Essa praça fica bem no centro da cidade.

♦ Rua Delamare, no centro da cidade.

Praça da Independência

Foi inaugurada em 1917, apenas outras três praças, duas no Brasil e uma na Alemanha, possuem seu estilo de construção, originariamente toda murada em mármore com portões de ferro. O coreto em forma octogonal foi importado da Alemanha, de onde também veio o mosaico do calçamento da parte externa. Possui quatro esculturas representando as estações do ano, que foram esculpidas em Pisa (Itália), em pedra de mármore de Carrara, doadas por um conde italiano que veio caçar no Pantanal. Nela, os corumbaenses reverenciam os seus heróis da Guerra do Paraguai e da II Guerra Mundial.

♦ Rua Dom Aquino, no centro da cidade.

O que levar

Roupas leves e claras, basicamente. Sapatos confortáveis e adequados para caminhadas, cavalgadas e passeios por calçamento irregular. Esqueça definitivamente os saltos em casa.

Leve também calças compridas leves, uma blusa de manga longa e clara para se proteger dos mosquitos nos passeios no meio do mato.

Repelentes, protetor solar, óculos de sol e boné/chapéu são essenciais por lá. O sol costuma castigar.

Inevitavelmente você voltará com os pés molhados de algum passeio, então, tenha sempre um par extra de tênis.

Como chegar

Quando você pensa que vai para um lugar longínquo, famoso por ser a principal porta de entrada para o Pantanal no Mato Grosso do Sul, você logo pensa que vai comer terra de estrada por longas horas, lembra até daquele Globo Repórter com destinos que somente os mais aventureiros encaram, horas até chegar no destino final e aí… logo depois que você desembarca no aeroporto, segue cinco minutinhos de carro e já está de frente para as terras alagadas pelo rio Paraguai. Ôpa, logo ali já é seu hotel. Ei!!! Cadê minha estrada de terra? Pois é… viva a modernidade!

A Azul Linhas Aéreas possui voos para Corumbá partindo de algumas cidades. Eu saí do Rio de Janeiro, fiz uma conexão em Campinas e segui para Corumbá, em outra aeronave. Mas antes, o avião fez uma escala em Bonito. Vinte minutos depois, estava desembarcando em Corumbá.

Quando ir

O melhor período para visitar o Pantanal de Corumbá depende muito do seu estilo de viajar. Cada época do ano tem seus prós e contras. No meu ponto de vista, o verão que é uma época excessivamente quente e chuvosa não chega a ser uma boa pedida. Já no inverno, na época das cheias, a paisagem é bem mais bonita por conta do volume das águas. Tem também o frio gostoso que dá uma aliviada nos passeios, mas é frio mesmo, ok, não se iluda como eu em pensar que é um friozinho bobo. A desvantagem desse período é que a visualização de animais não é tão boa quanto na época da seca, que vai de agosto a outubro. Se você viajar no mês de junho, aproveite para conhecer uma das mais belas manifestações culturais da cidade, o Festejo Junino de Corumbá com o famoso Arraial do Banho de São João.

Arraial do Banho de São João

Corumbá, como tantas outras cidades do Brasil, possui festejos muito particulares geralmente ligados a manifestações religiosas ou culturais. E quando estive por lá, conheci o famoso Arraial do banho de São João. Esse é um evento que acontece na cidade geralmente entre os dias 22 e 25 de junho, porém na noite do dia 23, diversos festeiros seguem em procissão até o rio Paraguai levando seus andores com uma imagem de São João para ser banhado. Esse é um evento repleto de significados e peculiaridades onde se misturam, em grande harmonia, a fé de seu povo e uma grande festa na cidade.

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Para entender melhor como tudo funciona, vamos começar pelas pessoas que, de alguma forma, querem agradecer a São João por graças alcançadas, seja por meio de promessas, pela devoção ou por simplesmente ter uma grande simpatia pelo Santo. Esses são os festeiros.

Os festeiros não se resumem a católicos praticantes, na verdade, eles são de todas as religiões e crenças. Lado a lado católicos, espíritas, praticantes de umbanda, candomblé e tantas outras crenças festejam uma energia maior. O mais curioso é que algumas famílias mantém a tradição, mesmo que a promessa tenha sido feita há muitos anos e que já tenha sido cumprida. É uma conexão forte de amor e respeito. Cada família decora o andor e seu Santo de acordo com seu gosto, ou, de acordo com seus pedidos e promessas. As cores branco e vermelho são sempre utilizadas, mas não há uma regra que obrigue isso, cada festeiro pode produzir seu andor de forma livre.

Geralmente, um altar é montado na casa da família e ao longo do dia 23 de junho, são preparadas comidas em abundância e o quintal é decorado para receber amigos e familiares durante a festa. Algumas, ocupam uma rua inteira e são abertas ao público, com muita música e comidas juninas A presença da vizinhança é garantida e eles comparecem em peso para fazer seus agradecimentos e pedidos a São João.

O grande momento da noite é quando o festeiro e sua comunidade descem a Ladeira Cunha e Cruz, no centro histórico de Corumbá, em procissão, em direção ao rio Paraguai, carregando no andor muito enfeitado sua imagem de São João para ser banhada na pequena praia do Porto Geral.

Após ser anunciado pelo locutor da festa e pelo estouro de rojões, o andor segue a descida embalado ao som do hino de São João, que é tocado por pequenos grupos de sopro e percussão e também por rezas e outros cantos religiosos.

Existe uma crença de que se o andor descer mais próximo da meia noite, mais bem-sucedida a promessa será, e se você está pensando em casar, a dica infalível, segundo eles, é passar por baixo de sete andores para garantir sorte no amor.

O banho de São João

Após descer a ladeira, todos seguem com seus andores para a beira do rio Paraguai, e ali cada uma promove uma espécie de batismo para sua imagem de São João. De acordo com a tradição bíblica, esse ato representa o batismo de Jesus feito por João Batista.

Mesmo que você não esteja participando efetivamente da promessa ou da produção da festa, é impossível ficar alheio a tudo, a energia é tão contagiante, tão incrível, que você se joga na água e quer fazer parte de tudo de bom que está acontecendo por ali.

Festa

E claro que a festa continua. Ali mesmo, pelo centro histórico, uma grande estrutura fica montada esperando os foliões chegarem para curtir a festa que rola a noite toda. Não tem erro, é só seguir o caminho das bandeirinhas juninas e se deixar levar pelo cheirinho bom das mais de 90 barraquinhas e pela música animada que toma conta do lugar.

Na noite anterior ao banho de São João, é promovido na cidade um concurso onde os Andores que forem registrados são julgados por um grupo de pessoas especializadas. Na mesma noite também acontece um concurso de quadrilhas. Tradição garantida.

Os arraiás promovidos por festeiros no dia 23 de junho são abertos a visitantes também. Eles funcionam de modos distintos: existem algumas festas gratuitas e outras que são pagas. Em algumas você pode comer de graça, mas em outras, você precisa pagar pelos quitutes. Mas a bebida é sempre paga. Vale a pena se informar e se programar para visitar ao menos uma delas.

Para mais informações detalhadas sobre o turismo em Corumbá, acesse corumba.travel. Fotos Naira Amorelli/Divulgação.

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