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Para além do Louvre: sete museus alternativos para visitar em Paris

Museu em Paris: Capital francesa possui museus com obras impressionistas, indígenas, históricas e fotográficas — tudo sem as grandes multidões do Louvre e d’Orsay

O Museu do Louvre, em Paris, na França, divulgou no começo deste ano que 8,1 milhões de pessoas haviam passado pelos seus corredores repletos de obras e peças de arte em 2017. Foi um fluxo 9% maior do que os 7,4 milhões que estiveram ali no ano anterior — números que colocam o Louvre como o museu mais visitado do planeta.

O Musée d’Orsay não fica muito para trás: 3,1 milhões de pessoas entraram pelas suas portas em 2017, ainda que o ano não tenha sido o dos melhores. Em 2012, 3,5 milhões de visitantes foram registrados.

A capital francesa, porém, é uma das cidades que mais possuem esse tipo de atração cultural do mundo: no total, são 313, segundo um relatório do World Cities Culture Forum de 2015. Como muitas passagens aéreas para Paris levam turistas ansiosos para desbravar as instituições históricas parisienses, a administração municipal resolveu até disponibilizar um cartão que dá acesso à maioria deles em períodos determinados.

Nessa lista inesgotável de museus, pinçamos sete deles que podem, além de complementar as visitas aos famosos Louvre e d’Orsay, ser até melhores do que eles. A seguir, nossas indicações.


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Musée de l’Orangerie

O Musée de l’Orangerie é um verdadeiro tesouro de pinturas impressionistas e pós-impressionistas em Paris. Ali estão, por exemplo, as famosas Nymphéas, 250 telas em óleo feitas por Claude Monet entre 1895 e 1927 — ano em que foram inauguradas no Orangerie — e organizadas no museu da forma como o próprio artista pediu.

Algumas outras obras expostas permanentemente incluem Cézanne, Matisse, Modigliani, Picasso e Renoir. O prédio se localiza no centro do Jardin de Tuileries e, ao contrário de todos os outros museus da capital francesa, permite que os visitantes acessem amplos espaços para respirar e voltar a admirar as peças. O museu fecha às terças-feiras, mas não cobra ingresso para visitantes que chegam nos primeiros domingos de cada mês. O tíquete nos demais dias custa €9 (R$ 38,30 na cotação do final de outubro).

Museu em Paris

Palais de Tokyo

Aberto em 2002, o Palais de Tokyo se considera um “antimuseu”. Apesar de não ter uma coleção permanente de obras, ele nunca está sem exibições de arte nem deixa de ser um lugar de criação artística. Como permanece aberto até meia-noite, muitos visitantes em Paris deixam para conhecê-lo após o percurso feito durante o dia.

O espaço de arte é localizado em um grande prédio construído para exposição de arte na cidade em 1937 e funciona até hoje como uma rede de espaços cavernosos onde instalações contemporâneas monumentais são trazidas à vida. Artistas jovens dão residência criativa no museu, o que o faz também permanecer como um dos pilares da criação de arte contemporânea da capital francesa. O custo para entrar é de €10 (R$ 42,50).

Museu em Paris

Musée du Quai Branly

O Quai Branly é um monumento à arte e cultura indígena localizado no centro de Paris. Ele possui trabalhos da África, da Ásia, das Américas e Oceania que, juntos, chegam a 450 mil peças. “É um deleite para antropólogos”, comenta Reinaldo Yamazuki, que trabalha em uma organização de direitos nativos em Genebra, na Suíça e é fã do museu parisiense.

Suas portas foram abertas em 2006 — é o mais novo dos grandes museus da cidade — em um prédio que tenta expressar o espírito de liberdade e abertura que ele exemplifica. Não há barreiras para entrar nem para expor obras ali.

Mesmo os jardins do museu foram desenhados para serem a antítese dos tradicionais franceses: não têm gramado nem portão, mas parece uma selva que sobre até mesmo sobre a fachada. Os ingressos custam R$ 38, mas eles não são cobrados no primeiro domingo de cada mês.

Musée de Cluny

O Musée de Cluny é obrigatório em Paris para os amantes do período medieval da história humana. Localizado no Quartier Latin em um casarão do século XIII, é um dos poucos e belos exemplares da arquitetura medieval da capital francesa. Em qualquer hora, é possível ver 2,3 mil pinturas cobrindo do período gaélico até o século XVI.

As coleções incluem esculturas românicas e góticas, assim como os vitrais da Saint Chapelle, na própria Paris. Custa €8 (R$ 34) para entrar e fecha às terças, mas também é gratuito no primeiro domingo de cada mês.

Museu em Paris

Musée Picasso

Localizado em uma mansão privada, no Hôtel Salé, no coração do bairro de Marais, o Musée Picasso foi fundado em 1974 depois da morte do artista catalão. Ele guarda cerca de cinco mil trabalhos do pintor e dezenas de milhares de itens e peças arquivadas usadas por eles. “É um atestado de amor de Picasso por Paris que ele e sua família tenham deixado uma coleção tão grande para a cidade”, diz um trecho da apresentação do museu.

O próprio artista afirmou antes de morrer que “era o maior colecionador de Picasso do mundo” e, portanto, é possível que o local guarde a maior coleção do planeta sobre ele. As pinturas ali incluem algumas de suas obras mais famosas, como Autorretrato (1899), Celestina (1903) e Homem com um violão (1912). Os ingressos para entrar custam €12,50 (R$ 53,20) e o museu fecha todas as segundas-feiras.

Maison Européenne de la Photographie

Também localizada em Marais, o museu fotográfico de Paris possui uma grande biblioteca de arte contemporânea feita a partir de fotos, além de um auditório, uma livraria e um café localizado dentro de um cofre do século XVIII.

As exibições incluem trabalhos do fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson e dos estadunidenses Andy Warhol e Annie Leibovitz. Fechado todas as segundas e terças, o museu também abre mais tarde do que os demais: às 11h. O ingresso para entrar é R$ 38,30.

Grande Galerie de l’Évolution

A Grande Galerie de l’Évolution é muito procurada por turistas que chegam a Paris com crianças. Criada em 1889 e reaberta em 1994, o museu é, na verdade, um moderno testamento das raízes pré-históricas do ser humano — o que inclui chuvas e trovões simulados, lições interativas e um enorme inventário do reino animal.

Qualquer visita à Galerie deve incluir algum tempo no Jardin des Plantes, um verdadeiro esplendor de botânica e paisagismo. O jardim também tem um pequeno playground e bancos para (os pais tomarem) um café. Cruzando a rua do museu, ainda é possível visitar a Grande Mosquée de Paris, onde por €2 (R$ 8,30) é possível experimentar um autêntico chá de hortelã e desfrutar de uma baklava.


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1 Comentário

  1. 3 de dezembro de 2018 ás 21:01 Responder
    José Carlos Oliveira

    Está aí explicado o porque de ser chamada de A CIDADE LUZ
    Eu incluiria ai os arredores da Paris ou a grande Paris, como costumamos chamar no Brasil, onde encontraremos dois Palácios dignos de serem considerados museus e que valem pens serem visitados, como: os Palácios de Versalhes e Fontainebleau

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