Cultura & Entretenimento

Björk Digital: mostra de realidade virtual está em cartaz na cidade de São Paulo

Após passar por países da Europa e da América do Norte, a exposição de realidade virtual Björk Digital chegou ao Brasil e está em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS) até o dia 18 de agosto.

Björk Digital

Na exposição Björk Digital é proibido fotografar ou filmar, e instalação, tecnologia e arte se unem para ilustrar de forma contemporânea e artística as imagens poéticas das músicas da cantora islandesa Björk.

Ela está dividida em cinco etapas compostas por realidade virtual e elementos audiovisuais imersivos que demandam a interação dos visitantes, e traz trabalhos de Björk extraídos de seu penúltimo álbum, Vulnicura, lançado em 2015: Stonemilker, Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget, do álbum Biophilia – disco que antecede Vulnicura -, e de diversos clipes da carreira da cantora. Entre eles, estão Army of Me, It’s Oh So Quiet e All Is Full Of Love.

Primeira etapa: Stonemilker e Black Lake

O primeiro vídeo a ser exibido é Stonemilker, primeira faixa do álbum Vulnicura. O clipe foi gravado em 360 graus e mostra Björk cantando em uma praia deserta. Na exposição, o público pode girar a cabeça em todas as direções e escolher o que olhar: céu, mar, chão ou a própria cantora, que em alguns momentos aparece ‘duplicada’.

O clipe pode ser conferido, em 360 graus, no YouTube:

Black Lake, por sua vez, é a experiência mais longa da exposição. Durante dez minutos e dez segundos, o público assiste ao dramático clipe em que Björk transforma sua dor em imagens dentro de uma claustrofóbica caverna. Na exposição, os óculos recriam o interior da gruta, onde o vídeo é reproduzido em duas paredes de rochas.

O clipe foi encomendado pelo Museu de Arte Moderna de Nova York. Assista:

Björk Digital é um projeto de realidade virtual em colaboração com os artistas visuais Andrew Thomas Huang e Jesse Kanda. A exposição tem cerca de 80 minutos de duração. Celulares devem permanecer desligados ou no silencioso. Por usar realidade virtual, a mostra não permite a entrada de menores de 14 anos, a não ser com autorização expressa e acompanhados dos pais.

Segunda etapa: Mouth Mantra e Quicksand

O público é levado a outro espaço da exposição, onde o clipe de Mouth Mantra é reproduzido. O vídeo se passa dentro da boca de Björk e usa cores vivas e muitos efeitos de câmera. Como os anteriores, Mouth Mantra é exibido em 360 graus, permitindo que o espectador escolha o que olhar.

Quicksand, por sua vez, é um clipe produzido a partir de um concerto ao vivo em Tókio, no Japão, mas com adição de (muitos) efeitos visuais.

Terceira etapa: Family e Notget

Nas duas últimas experiências do álbum Vulnicura, o público finalmente pode permanecer de pé. Em duplas, os espectadores entram em salas escuras e se paramentam com óculos e fones de ouvido. Para Family, ganham dois controles, um para cada mão, que acionam o começo da experiência e criam braços virtuais, com os quais é possível interagir com o avatar de Björk.

ATENÇÃO: É importante estar confortável, sem bolsas ou acessórios nas mãos ou no colo.

Já Notget VR é protagonizada por um avatar da cantora que performa acima e ao redor do espectador.

Quarta etapa: Biophilia

Biophilia é o nome do disco que antecede Vulnicura. O álbum, lançado em 2011, explora ligações entre natureza, arte e tecnologia. Os nomes das músicas remetem à elementos da biologia, como Moon, Virus e Cosmogony.

À época, Björk lançou um aplicativo homônimo, composto por um ‘app-mãe’ que compreende 10 diferentes universos, um baseado em cada faixa do álbum. Os ‘jogos’ ensinam a compor música. Na exposição, o público pode brincar com o aplicativo em tablets.

Quinta etapa: Cinema

Na quinta e última etapa da exposição, o público entra em um cinema com pufes confortáveis. Lá, são exibidos mais de 20 clipes da carreira de Björk, selecionados pela própria artista.

Além dos vídeos, Björk Digital apresenta o projeto educativo Biophilia e uma sala de cinema onde o público confere diversos clipes da carreira da artista. O público entra em pequenos grupos e recebe orientações no início de cada obra. Durante a maior parte da exibição, permanece sentado em bancos individuais equipados com fones de ouvido e óculos de realidade virtual.

O MIS – Museu da Imagem e do Som -, fica na Av. Europa, 158 – Jardim Europa, em São Paulo. E Björk Digital está aberta a visitação de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19 horas.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do MIS, no site e no aplicativo da Ingresso Rápido. Na bilheteria (venda para entrada na mesma data da compra – sujeito a disponibilidade). Não há venda antecipada na bilheteria!

Ingressos antecipados exclusivamente no site e no app da Ingresso Rápido: https://compre.ingressorapido.com.br/event/60573-2.

Os valores são R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e o acesso é gratuito às terças-feiras.

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