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Viagens de fim de ano: levar ou deixar o pet?

Para ajudar na decisão da sua viagem de fim de ano, separamos algumas dicas para você avaliar se leva ou não seu pet para viajar

As férias de dezembro e festas de fim de ano incentivam muitas pessoas a viajar, mas encontrar alguém para ficar com o pet ou dar conta de todos os preparativos para levá-lo nem sempre é simples. Pensando nisso, separamos algumas dicas dicas para ambas situações. Confira!

Se o pet ficar

Caso o destino não seja pet friendly, uma opção é hospedar o cãozinho com um anfitrião para oferecer uma estadia tranquila e divertida para o pet. Na casa dos anfitriões, os animais têm a rotina de mimos mantida: passeios, alimentação, brincadeiras e eventuais cuidados de saúde. Eles geralmente se sentem em casa.

Você pode também combinar com um familiar ou amigo, que já esteja acostumado e tenha uma boa relação de carinho com o pet, para fazer visitas diárias. Combine horários para brincar e passear com o bichinho.  Fazer uma “festinha” com seus brinquedos em casa e cuidar da alimentação corretamente são cuidados essenciais. No caso de viagens mais curtas, essa opção pode ser uma boa para ambos. 

pet na viagem

Se o bichinho também viajar

O amigo de quatro patas vai passear com o tutor, mas algumas regras devem ser seguidas.

Transporte de avião

– As companhias aéreas exigem que o cachorro ou gato viaje na caixa de transporte durante todo o trajeto. Para viajar na cabine, o pet deve pesar, somado com o peso da caixa, até 5 kg. Se a soma ultrapassar 5 kg, o mascote viaja distante do dono no bagageiro do avião, o que pode ser estressante para alguns animais;

– Há um custo envolvido: tenha em mente que os valores para para o transporte do pet na cabine ou no porão serão cobrados separadamente do valor da sua passagem individual;

– É preciso apresentar os atestados de saúde e vacinação, emitidos por um veterinário até 48 horas antes de embarcar, pesquise bastante o destino de sua viagem. Se for para o exterior, observe inclusive as regulamentações de cada país que fizer conexão, elas costumam variar bastante;

– Muitas vezes, o bichinho que não está acostumado com viagens pode precisar de um remedinho para enjoo. Converse com o veterinário dele sobre;

– Boa parte das companhias aéreas não aceita transportar braquicefálicos (raças de cachorros com o focinho achatado) – como shih tzu, buldogue francês, bulldogue inglês, pug, boxer, pequinês e boston terrier – que exigem cuidados especiais.

Transporte de carro, ônibus ou trem

– O cinto de segurança adequado é obrigatório para a locomoção do bichinho. Outra opção é a caixa de transporte, normalmente de plástico com ventilação nas laterais. A terceira opção seria a cadeirinha, similar àquelas utilizadas pelas crianças. O mascote é preso pela coleira no cesto;

– Em caso de viagens mais longas, é muito importante realizar paradas a cada duas ou três horas, para o pet fazer as necessidades, esticar as patinhas, beber água e, dependendo do tempo, realizar uma refeição.

É importante analisar os prós e os contras de levar o animal junto na viagem. Por exemplo, o pet vai ficar sozinho no local de hospedagem enquanto a família realiza algum passeio? A mudança de rotina será estressante para ele? Pense bem no destino, no meio de transporte, nas atividades e na duração da viagem. Tudo deve ser levado em conta para decidir se você deve levar ou não o bichinho na viagem.

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