Dicas & Destinos

5 dicas para visitar a China sem passar (tanto) perrengue

China: Saiba como evitar problemas comuns aos viajantes que se aventuram do outro lado do mundo com essas dicas super práticas.

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China é um país cheio de contrastes. De um lado, Pequim com suas construções imperiais milenares; de outro, Xangai, com um dos skylines mais modernos do mundo. Enquanto isso, cidades como Guilin apresentam paisagens montanhosas de tirar o fôlego.

Seja onde você estiver na China, uma coisa é fato: dificilmente você ouvirá qualquer outro idioma que não seja, é claro, chinês. O inglês é raridade nas ruas do país e mesmo atendentes de hotéis e aeroportos possuem poucos conhecimentos da língua. Enquanto esse fator é maravilhoso para a experiência de imersão do viajante, também vira um problema ao limitar a comunicação com quem não fala chinês e dificultar o entendimento entre estrangeiros e locais, abrindo a porta para dezenas de perrengues.

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A equipe do blog do buscador de voos Viajala.com.br acaba de voltar de lá e divide com nossos leitores quais são os erros mais comuns de quem organiza uma viagem para a China e como evitar de cair nas mesmas ciladas.


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1. Não se separe das suas anotações

Se você fala chinês, quase não vai sentir diferença ao viajar para a China e para qualquer outro país. Mas quem não sabe a língua local esbarra na dificuldade de decorar os caracteres orientais e na completa falta de fluência de inglês da população.

Por isso, leve todas as informações importantes da sua viagem anotadas em chinês: nomes, endereços e pontos de referência. É quase impossível conseguir pegar um táxi, por exemplo, se você não tiver o endereço exato do destino em caracteres chineses. Até para pedir informação na rua, essas anotações serão extremamente úteis.

2. Prefere hotéis a hostels? Então aumente o limite do cartão de crédito

O bom da rede hoteleira chinesa é que são muitas as opções de hospedagem nas principais cidades, de hostels baratos a hotéis de alto luxo – que, no geral, saem mais em conta que opções do mesmo nível no Brasil ou na Europa. A verdade é que gastar um pouco mais para ficar em bons hotéis tem várias vantagens, que vão desde a estrutura do local (estabelecimentos mais luxuosos oferecem quartos maiores que o padrão apertado chinês, além de bar, vista, piscina…) ao staff, que costuma ter um nível mais alto de inglês.

Mas há uma desvantagem: as políticas usadas por esses estabelecimentos no pagamento com cartão de crédito. Para não ter dor de cabeça já na chegada, é melhor aumentar seu limite antes de viajar. Não é incomum que o hotel peça para bloquear um valor quase tão alto quanto a própria hospedagem como depósito de segurança, que só é desbloqueado dias ou até semanas depois. A prática acontece muito nas cidades grandes e em hotéis de rede.

3. Reveja os aplicativos indispensáveis do seu celular

A internet chinesa é controlada através de um firewall, que bloqueia o acesso a diversos sites que são absolutamente normais (e até necessários) no nosso dia a dia, aqui no Brasil. O Google(!) e redes socias como Instagram e Facebook são acessíveis apenas em Hong Kong e Macau, regiões administrativas especiais da China, ou para quem usa VPN, uma rede que “dribla” o bloqueio dessas páginas (o que é ilegal por lá).Quem prefere conhecer a China sem VPN precisa fazer algumas adaptações nos seus aplicativos, já que vai trocar o tempo gasto normalmente nas redes sociais e nas postagens de fotos por tempo gasto em dicionários online e apps de tradução.

O aplicativo do Google Translate, por exemplo, vai virar o novo favorito do seu celular: mesmo no modo offline, o app traduz as frases digitadas para o chinês automaticamente e é uma mão na roda na hora da comunicação com os locais. Muitos deles dispõe de aplicativos similares em seus celulares e vão até se divertir em manter o diálogo, respondendo através de seus aparelhos. Demora, mas funciona e é uma forma curiosa de quebrar a barreira da língua e entrar em contato com a população. Lembre-se de fazer o download do aplicativo antes da viagem, já que, uma vez em território chinês, os produtos do Google deixam de estar disponíveis.

4. Fique atento ao calendário local

Isso vale tanto para as estações do ano quanto para a alta e a baixa temporadas na China. Por exemplo: se você pretende viajar no inverno, vale saber que ele é bem rigoroso, principalmente no Norte, e que algumas das principais atrações turísticas naturais, como parques, montanhas, rios e lagos, podem não estar abertas à visitação ou não apresentar toda a exuberância que se espera delas.

Quanto às temporadas, cuidado para sua viagem não acabar caindo, sem querer, em períodos muito lotados. O período do Ano-Novo chinês, por exemplo, é uma época de férias coletivas que resulta na maior migração da humanidade – é quando o maior número de chineses viaja ao mesmo tempo. Quem for visitar o país em alguma data próxima desse feriado pode esperar filas quilométricas, muvuca intensa nos pontos turísticos e preços mais altos na hospedagem.

Se você sonha em ver as celebrações de Ano-Novo, como as Danças do Leão e do Dragão e os shows de fogos, pode topar conhecer o país mais populoso do mundo justo na sua época mais cheia, mas se você prefere evitar os preços altos e as multidões, viaje a partir de abril, quando a muvuca dá uma trégua e as temperaturas voltam a subir.

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5. Organize-se com mais antecedência que nunca

É normal deixar detalhes da viagem, como a hospedagem e os trajetos internos, para serem decididos meio em cima da hora. Infelizmente, uma ida para a China não permite muito improviso. Primeiro, porque, para tirar o visto, o Consulado Chinês exige que a viagem já esteja organizada, com o endereço de cada hospedagem. E, segundo, porque as distâncias entre as cidades são enormes, os trechos de avião são caros e as passagens de trem podem esgotar, principalmente em feriados.Aproveite essa exigência do Consulado e monte o seu roteiro com bastante antecedência, prevendo os deslocamentos internos, as datas de cada trecho, a melhor localização de hospedagem (perto de uma estação de metrô ou das principais atrações, para facilitar seu dia a dia na cidade) e deixe todas as reservas garantidas. Assim, você dá menos chance para o azar e viaja com muito mais tranquilidade.

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1 Comentário

  1. 29 de Março de 2018 ás 19:28 Responder
    Marlon

    Parece mais facil ir para a lua.

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